Uma empresa produz muitas informações. Vendas, despesas, pagamentos, clientes, prazos e resultados fazem parte da rotina.
O desafio não é apenas gerar dados.
É saber quais informações realmente ajudam a tomar decisões.
É aí que entram os indicadores de gestão.
O indicador precisa responder uma pergunta
Antes de acompanhar qualquer número, é importante saber para que ele será usado.
Por exemplo:
- A empresa está vendendo mais?
- As despesas estão aumentando?
- Os clientes estão pagando dentro do prazo?
- A operação está ficando mais eficiente?
Cada pergunta pode exigir um indicador diferente.
Acompanhar números apenas porque estão disponíveis pode gerar excesso de informação sem trazer clareza.
Indicadores financeiros são importantes
Faturamento costuma receber bastante atenção, mas não deve ser analisado sozinho.
Entradas e saídas de caixa, despesas, contas a receber e compromissos futuros também ajudam a compreender a situação do negócio.
Dependendo da atividade, outros indicadores podem ser necessários.
Processos também podem ser medidos
Indicadores não precisam ser apenas financeiros.
Uma empresa pode acompanhar tempo de execução de determinada atividade, quantidade de retrabalho, atrasos, demandas pendentes ou outros fatores relacionados à operação.
Esses dados ajudam a identificar gargalos.
Menos indicadores podem trazer mais clareza
Um painel cheio de dezenas de números não necessariamente melhora a gestão.
Para pequenas e médias empresas, costuma ser mais útil acompanhar alguns indicadores realmente relevantes do que acumular dados que ninguém analisa.
Na G&G, ajudamos empresas a organizar informações e definir indicadores que façam sentido para a realidade do negócio. O objetivo é simples: menos números soltos e mais clareza para decidir.
